domingo, 22 de outubro de 2017

Veja como a tecnologia pode estimular novas experiências e contribuir para o desenvolvimento das crianças
Segundo muitos educadores, é na Educação Infantil, considerada por eles como uma das principais fases do desenvolvimento humano, que as novas experiências devem ser incentivadas. Mas como aproveitar esse contexto no plano de aula, em um cenário onde as crianças estão cada vez mais imersas no universo das novas tecnologias?
De acordo com o consultor pedagógico da Positivo Informática Tecnologia Educacional, Luca Rischbieter, por contarem com ferramentas com várias funcionalidades, como smartphones e tablets, os alunos acabam desenvolvendo as novas habilidades fora da sala de aula. “Eles estão construindo competências fora da escola que não estão sendo levadas em conta dentro dela. A escola tem que ser um espaço que estimula a cooperação e a abertura para o outro e as novas tecnologias são formidáveis para isso”, aponta o consultor.
Ensino colaborativo
Para a professora do maternal, Nivalda Resende Franco Silva, do Colégio Nossa Senhora das Graças, de Patos de Minas (MG), o processo investigativo das crianças começa desde cedo. “As vivências concretas do cotidiano as levam a formar esquemas de percepção que as ajudam a antecipar o que é natural em situações da rotina”, afirma.
Nivalda utiliza como solução o Educacional, um conjunto de soluções que, em um ambiente virtual de aprendizado, integra tecnologia, conhecimento e ensino. O espaço incentiva a interação e a colaboração efetiva entre alunos e professores. “Procuro não desperdiçar nenhum conhecimento prévio das crianças. Por isso, fico ‘antenada’ aos interesses delas e procuro responder às perguntas aliando o Educacional aos momentos de pesquisa”, conta a professora.
Por onde começar?
Para levar essa prática para dentro de sala, o passo inicial deve ser permissão de abertura para novas experiências. “Você tem que educar para abrir horizontes culturais e geográficos. As pessoas dentro da escola e os alunos têm que ter voz e vez”, orienta Rischbieter.
Na era digital, para encarar o desafio de viajar com os pequenos rumo ao mundo das novas descobertas, é preciso atenção e planejamento, começando pela definição das tecnologias educacionais a serem utilizadas e pela capacitação do educador para o uso das soluções junto aos seus alunos. Esse contato com o novo deve acontecer de modo gradativo, respeitando os limites dos alunos. “Quando trabalho com as crianças, não espero delas respostas bem elaboradas. Pretendo aguçar a curiosidade de forma agradável, significativa e lúdica”, explica Nivalda, que encara essa responsabilidade como algo prazeroso e desafiador.
Educar para a curiosidade
A importância dos novos experimentos também estimula o desenvolvimento de importantes habilidades como a motora e a escrita, além da autonomia e da linguagem, transformando o processo de ensino e aprendizagem em uma divertida fase de descobertas. “Apalpar, manusear, sentir, observar, explorar, investigar e perceber são ações educacionais imprescindíveis para que as crianças sejam educadas para a curiosidade”, pontua a professora.
Para incentivar a comunicação, criatividade e pensamento crítico, três das principais habilidades do século 21, conheça as soluções LEGO® Education para a Educação Infantil. Veja neste post mais dicas para estimular a criatividade dos alunos da sua escola! 
https://www.positivoteceduc.com.br/blog-na-pratica/educacao-infantil-alie-tecnologia-descobertas/

quarta-feira, 18 de outubro de 2017



terça-feira, 30 de abril de 2013


NOVAS MENSAGENS REFLEXIVAS

DEUS NÃO ESCOLHE OS CAPACITADOS

Conta certa lenda, que estavam duas crianças patinando num lago congelado.
Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.
A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
-Como você conseguiu fazer isso?
É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou:
-         Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
             - Pode nos dizer como?
-         É simples – respondeu o velho.
-         Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que  não seria capaz.        
           (Albert Einstein)

“Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos.
Fazer ou não fazer algo só depende de nossa vontade e perseverança”.

COMENTÁRIOS: Todos nós sabemos que a inclusão das pessoas com deficiências nas escolas é um desafio, onde muitos se justificam que não estão "preparados" para o acolhimento destes sujeitos. Mas este acolhimento  depende de sua vontade de querer fazer a diferença, de querer a equidade e o entusiasmo pela diversidade. Ninguém está capacitado inicialmente, mas nós nos capacitamos no percurso e na caminhada. É só começar e buscar estratégias de trabalhos inovadores. É claro que para atender alguns casos específicos precisamos contar com recursos especializados, mas isto não nos impede de “acolher” com qualidade àqueles que possuem algumas limitações.




RÓTULOS QUE ESTIGMATIZAM
Basta viver em sociedade para perceber o peso que assumem os rótulos semânticos. Somos “gordos”, “magros”, “brancos”, “negros”, “pobres”, “ricos”, “deficientes”, “normais”, etc. Há, também, a percepção de que esses rótulos são muito mais representações do que dados reais da existência. No caso dos sujeitos da inclusão, o problema é especialmente grave.
            Para Maria Tereza, esta rotulação indica um vício de compreensão da realidade. “Ninguém ‘carrega’ necessidades, elas são fruto de condições de acesso ou falta dele em relação ao conhecimento, aos ambientes físicos, à comunicação e a tudo o que faz com que as pessoas vivam com naturalidade”, pondera. Logo, o melhor caminho para se referir a uma pessoa é por seu nome e pela identidade relativa ao papel que ela desempenha em um dado momento. “O que nós temos de fazer, sempre, é conceber as pessoas pelo que elas são inclusive pelo fato de terem uma diferença. Mas não enclausurá-las, deixando-as de fora, explica. “Se você não quiser desconhecer a deficiência, utilize o termo ‘pessoa com deficiência’, colocando a identidade na frente e valorizando o indivíduo”.
            Na avaliação de Romeu Sassaki, o preconceito se configura a partir do estabelecimento da imagem do aluno padrão. “A inclusão combate esse preconceito ao quebrar o paradigma da homogeneidade, da padronização e da equivocada normalidade das pessoas sem deficiência”, observa. Segundo ele, a lógica da inclusão consiste em entender que todos os seres humanos nascem incluídos, mas alguns deles, devido ao preconceito, acabam sendo excluídos por algumas famílias, por algumas escolas ou por pessoas da sociedade que praticam a discriminação. Portanto. ‘dependendo de qual parâmetro utilizamos para definir o campo da inclusão, podemos criar vantagens ou problemas ao tentar incluir qualquer pessoa, com ou sem deficiência.
            O consultor destaca que as terminologias usadas para distanciar os sujeitos da inclusão refletem, gráfica ou oralmente, valores e conceitos. “Ao longo da história, certos valores e conceitos produziram termos como ‘inválido’, ‘incapacitado’, ‘deficiente’, ‘excepcional’, ‘portador de necessidade especial’, ‘pessoa especial’, ‘pessoa com deficiência’. A questão semântica é apenas a ponta do iceberg das atitudes humanas para com as pessoas que tem deficiência ou qualquer outra condição atípica”, constata. “É imprescindível utilizarmos terminologias e nomenclaturas adequadas. Porém, precisamos igualmente adotar valores e conceitos mais avançados com os quais aprenderemos a entender as pessoas e a nos relacionar com elas”. (Revista Inclusão, 2009).

Reflexões:  Não importa a nomenclatura, toda pessoa possui uma identidade, uma história de vida que precisa ser respeitada. As pessoas com deficiências também! O importante é que elas não possuem apenas limitações, mas potencialidades que precisam ser valorizadas e trabalhadas. Nós temos que aprender a lidar com as diferenças existentes. "Ninguem é igual a ninguém, diferente todo mundo é."Toda pessoa precisa ser inclusa em qualquer ambiente. Ninguem gosta de ser excluída. Mudemos nossas atitudes.


ABRAÇOS INCLUSOS

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL, INFÂNCIA, FORMAÇÃO DE PROFESSORES E MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA NA BRINCADEIRA DA CRIANÇA OLIVEIRA, Renata Imaculada de Universidade Federal do Espírito Santo O objetivo geral desta pesquisa foi investigar, pela via da formação inicial e continuada, como a mediação pedagógica do professor, no jogo de faz-de-conta, pode contribuir para a inclusão da criança com necessidades educacionais especiais por deficiência, na pré-escola regular. Teve como objetivos específicos: conhecer as concepções das professoras e alunas estagiárias participantes deste estudo, sobre a criança e a infância; analisar os aspectos predominantes nos seus discursos e práticas pedagógicas sobre a inclusão escolar da criança com deficiência na educação infantil; investigar, coletivamente, como a mediação pedagógica do professor no jogo de faz-de-conta pode se constituir como uma via para a inclusão escolar dessa criança. As referências teóricas deste estudo vêm da perspectiva da Rede de Significações em simultaneidade com a abordagem Histórico-Cultural que esclarece a importância do jogo no processo de desenvolvimento e aprendizagem infantil. Tem como orientação metodológica a pesquisa-ação crítico-reflexivo-colaborativa, na tentativa de construir uma proposta de formação inicial e continuada na perspectiva do professor-pesquisador e da reflexãocolaborativa. Nossos dados revelaram que as concepções de criança e infância das professoras, se baseavam, de modo geral, em uma visão naturalizada da criança, o que indica que os discursos em prol da inclusão escolar da criança com deficiência na educação infantil podem estar se constituindo a partir de uma concepção abstrata e universal da criança. A análise revelou que o acesso da criança com deficiência na pré-escola regular parece ser reconhecido como um direito, contudo a permanência dessa criança na pré-escola enfrenta entraves como as condições de trabalho dos profissionais, a falta de apoio pedagógico e fragmentação dos serviços especializados; as lacunas na formação inicial e a ausência de formação continuada, tanto de professores da educação infantil, como dos professores especializados para atuar com as especificidades das crianças de zero a seis anos de idade. Entretanto, a construção de um trabalho colaborativo entre os envolvidos na pesquisa, nos possibilitou realizar movimentos de formação inicial e continuada na escola, nos quais, a reflexão-ação-reflexão sobre a mediação pedagógica no jogo de faz-de-conta infantil se revelou como um elemento fértil no processo de inclusão escolar, na medida em que o professor assumiu o papel de pesquisador de sua própria prática e das necessidades infantis. PROESP/MEC Palavras-chave: Jogo. Mediação pedagógica. Formação de professores. Inclusão. Educação infantil.

8 motivos para usar tecnologia em benefício da educação

8 motivos para usar tecnologia em benefício da educação

Usar ou não usar novas tecnologias no dia a dia escolar já não é mais a questão. Afinal, o uso da tecnologia faz parte da vida das novas gerações fora da sala de aula e, por isso, a sua aplicação em benefício da educação pode ser considerada um importante caminho para aumentar o dinamismo das aulas. Nesse contexto, o importante é saber como integrar as novas formas de ensinar e aprender ao planejamento e ao currículo escolar.
Mas, para chegar lá, que tal conhecer alguns benefícios que estas ferramentas pedagógicas digitais oferecem, tanto para o seu plano de aula, como para melhorar o desempenho dos seus alunos?
Selecionamos oito motivos, entre benefícios, vantagens e curiosidades sobre o uso da tecnologia na educaçãoConfira!
1. Aprimorar a qualidade da educação: proporcionando novos caminhos para o ensino e aprendizagem, além de novas metodologias, formando educadores e os ajudando a descobrir estratégias inovadoras para o aperfeiçoamento do processo educacional.
2. Ajudar a elevar os índices de desenvolvimento da educação básica: para que, em 2022, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), oferecida nas escolas públicas brasileiras, alcance a meta proposta pelo Ministério da Educação (MEC) de 6,0.
3. Tornar as aulas mais atraentes e inovadoras: ampliando possibilidades para alunos e para professores e transformando a aprendizagem, tornando-a mais motivadora e significativa.
4. Contribuir para a diminuição das reprovações e da evasão escolar: auxiliando os alunos com facilidades ou dificuldades de aprendizagem através da educação personalizada, e despertando o interesse deles para os estudos.
5. Aumentar a integração e o diálogo entre alunos e professores: incentivando a autoconfiança, afetividade, autonomia e socialização entre docentes e discentes.
6. Auxiliar na melhoria do desempenho dos alunos: ampliando a sala de aula para fora do horário e do ambiente escolar, e melhorando, inclusive, a produtividade na lição de casa.
7. Estimular alunos a aprenderem e a ensinarem: aumentando, também, o diálogo com a família, em casa, sobre os assuntos vistos em aula.
8. Despertar a curiosidade e as novas descobertas: estimulando novas experiências através da cultura digital, construindo novas competências e contribuindo para o desenvolvimento de crianças e adolescentes.
8 motivos para usar tecnologia em benefício da educação
Disponível em: https://www.positivoteceduc.com.br/blog-inovacao-e-tendencias/motivos-para-usar-a-tecnologia-na-educacao/

domingo, 15 de outubro de 2017

EDUCAÇÃO NA TERCEIRA IDADE







A EDUCAÇÃO OFERECE CONDIÇÕES PARA UM ENVELHECIMENTO INTELECTUALMENTE SAUDÁVEL.
Ao falarmos em educação associada ao envelhecimento, consideramos que a população idosa hoje é bem maior que na década anterior, assim como a expectativa de vida das pessoas que querem viver melhor, mais qualidade de vida, mais prazer, que querem realizar sonhos outrora não realizados, desenvolver potencialidades ou habilidades que, por qualquer motivo, tenham ficado em segundo plano ou esquecidas no passado.

Segundo IBGE serão 30 milhões em 2041, por isso a importância da Educação na Terceira Idade. As pessoas na terceira idade têm muito para ensinar, porém ainda tem muito a aprender. Os idosos possuem o direito à educação, previsto no capítulo V, artigos 20 a 25, do Estatuto do Idoso (lei no 10741/2003) e um dos objetivos é a inserção e integração do idoso, pois é uma idade marcada por conflitos cognitivos, exclusão social e familiar.
A educação e o aprimoramento na terceira idade devem visar aspectos relativos ao melhor relacionamento, maior inserção social, elevação da autoestima, desenvolvimento de habilidades que proporcionem prazer, alegria de viver, facilidade de entendimento do mundo atual, não vivendo só do passado. Também pela convivência e troca com pessoas de outras gerações, pela curiosidade em desvendar as novas tecnologias como uso de telefone celular, manuseio de eletrônicos e eletrodomésticos, objetos estes que outrora eram raridade e que ao dominar o funcionamento estará se permitindo experimentar novas oportunidades de aprendizado, de lazer, entretenimento, possibilitando manter diálogo a respeito destas novas experiências, o que sem dúvida favorece e enriquece o relacionamento interpessoal.
                                     

Diversas são as disciplinas que podem ser oferecidas aos idosos, como por exemplo: artes, música, literatura, economia doméstica, educação física, turismo, internet, cuidados com a saúde, nutrição e ciências, entre outras. Como podemos ver, as disciplinas são muito interessantes e podemos aproveitar o conhecimento de todos os professores que uma universidade dispõe.
Para idosos que têm interesse em continuar estudando, foram criadas universidades específicas para a terceira idade. Abaixo você vai encontrar algumas opções para o Estado de São Paulo, mas a maioria dos Estados Brasileiros já oferecem esse tipo de ensino.
Universidade Aberta à Terceira Idade – Universidade Federal de São Paulo: www2.unifesp.br/proex/uati/
Universidade Aberta à Terceira Idade – Universidade de São Paulo: http://prceu.usp.br/usp3idade/
Universidade Aberta à Maturidade – PUC-SP:  http://www.pucsp.br/pos-graduacao/especializacao-e-mba/universidade-aberta-a-maturidade
Universidade Sênior Sant’Anna – Uni Sant’Anna: http://www.unisantanna.br/site/cursos_livres/curso_livre_senior.aspx

sábado, 14 de outubro de 2017

Entenda a importância do respeito à diversidade no ambiente escolar

Saiba mais sobre o respeito à diversidade no ambiente escolar, por meio da convivência em harmonia com diferenças de gênero, raça, religião ou comportamento.

A miscigenação étnica predominante no Brasil, aliada à cultura do país de fazer piada com outras pessoas, nacionalidades e gêneros, vêm trazendo situações que se tornaram motivo de atenção e preocupação de todos — e não apenas de governantes e legisladores.
Crianças e adolescentes percebem essa diversidade mais claramente na escola, onde armadilhas surgem diariamente.
E a forma como vão tratar esse assunto será fator determinante na formação do caráter e do perfil pessoal.
Pais, educadores e sociedade, juntos, precisam orientar e ensinar seus filhos e alunos sobre o respeito à diversidade no ambiente escolar, por meio da convivência em harmonia com diferenças de gênero, raça, religião ou comportamento.
Pensando nisso, no artigo de hoje, vamos abordar alguns comportamentos recorrentes em nossa sociedade, que têm causado muito sofrimento, tanto à vítima quanto a quem os pratica. Continue a leitura!

Preconceito

Intolerância manifestada em virtude de uma generalização apressada ou imposta pelo meio.
O preconceito leva as pessoas a fazerem juízo de valor sem conhecer ou dar oportunidade de relacionamento, privando-as de usufruir de um grande benefício: aprender e compartilhar ideias com pessoas diferentes.
O respeito à diversidade no ambiente escolar facilita o trabalho em grupo, evita sofrimento e constrangimento, melhorando o ambiente.
Além disso, facilita o trabalho dos educadores e pais, abrindo portas para um aprendizado maior e melhor, derrubando barreiras desnecessárias.
Eliminar o preconceito na escola trará benefícios para toda a vida.
Um aluno que evita o preconceito interage mais facilmente, criando um círculo de relacionamentos diverso e rico, trilhando um caminho livre de barreiras.
Dessa forma, essa criança terá mais tempo para se concentrar no que é importante, benéfico e construtivo.

Discriminação

Definição: segregação acompanhada de injúria e humilhação. Corresponde ao aluno que impede a entrada de outro em seu círculo de relacionamento, utilizando injúrias e causando humilhação no agredido.
Respeitando o direito da criança de se relacionar com aqueles que têm maior afinidade, precisamos ensinar que não se pode proteger um círculo de relacionamentos com agressões e causando humilhação a outros.
Essa atitude causa constrangimento no grupo como um todo, não apenas no agredido.
A discriminação pode ser motivada pela necessidade de diminuir o outro para valorizar a si mesmo.
Essa prática salienta as características do outro como se fossem defeitos, desqualificando o próximo em favor de um provável benefício próprio.
O resultado é uma pessoa de ego excessivamente inflado, antipática e infeliz, pois sabe que o sucesso construído sobre sofrimento alheio, além de falso, não a torna bem-sucedida.

Racismo

Podemos dizer que racismo é o estabelecimento de hierarquia entre raças, considerando algumas pessoas superiores às outras, em virtude de sua raça ou cor.
Sendo um dos pretextos mais agudos para o preconceito e discriminação, o racismo tem sido objeto de leis, considerado crime no Brasil.
Em nosso contexto, evitar o racismo livra a criança de sentimentos tanto vis quanto prejudiciais — a si e ao outro.
Desmistificar essa diferença por meio do respeito e do conceito de igualdade, além de eliminar barreiras, prepara o aluno para a construção de relacionamentos sólidos e saudáveis, valorizando as diferenças e preparando-o para viver em um mundo cada dia mais globalizado e diverso.
O racismo traz um sobrepeso à vida da criança e do adolescente, que, além de exaurir a energia positiva que toda criança carrega, dificulta a caminhada e torna lenta a realização pessoal.
Nascemos sem conhecer preconceito, discriminação ou racismo.
Assim, sendo o melhor momento para tratar do assunto é na fase de início dos relacionamentos, e a melhor maneira é ensinar o respeito à diversidade no ambiente escolar, preparando os alunos para aprender com mais qualidade, sabendo gerir diferenças e relacionamentos saudáveis.
Nossas crianças podem, e devem, crescer sem sobrepeso, livres para a caminhada e sem barreiras prejudiciais.
Afinal, encontramos inúmeros obstáculos na vida — alguns contornamos, outros, derrubamos. O caminho pode ser árduo e difícil. Não precisamos dificultá-lo mais!